Novelas Nada Delicadas - Marcos Well


Romance Erótico
Fetichista



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Fetiche do francês fétiche, significa objeto enfeitiçado ou mágico, um comportamento sexual, parte do corpo ou objeto que desperta a excitação sexual e tem o poder de produzir orgasmo, ou de ajudar a produzi-lo. Mýa Rivers é uma escritora de carreira feita. Com vários livros publicados, ela se mete numa pesquisa de campo para desenvolver sua nova história. Para isso, convida homens e mulheres fetichistas a visitarem seu escritório e contar-lhes suas experiências de pico, onde o êxtase fora alcançado de forma enlouquecedora. Diante de voyeurs, dominadores, escravos sexuais, submissos e sugar daddys, ela passeia por todas as possibilidades de se adquirir prazer, fugindo de regras e padrões impostos pela sociedade. No entanto, mesmo metida em meio a histórias desejosas, sua vida pessoal e seu passado não deixam de atormentá-la. Além de lidar com o material que tem em mãos, ela terá que superar um grande trauma.


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QUOTE:

O homem caminhou à minha frente. Atrás dele, eu observava o seu porte. Tinha lindas nádegas, que mesmo por baixo da calça denunciavam a sua definição. Imagens insanas povoaram a minha mente. Sorri com todas as possibilidades que se descortinaram para mim. Quando chegamos ao carro, ele abriu a porta do carona e fez um movimento com a cabeça indicando que eu entrasse.— Senhorita… — disse, esboçando um maravilhoso sorriso que parecia que nunca abandonaria sua face.— O senhor é um cavalheiro. Um verdadeiro gentleman — falei-lhe, enquanto entrava no carro.
— Todo cavalheirismo é pouco para zelar pela beleza de uma dama e sua feminilidade.
Seu comentário final de certa forma me incomodou, no entanto não o deixou menos sexy.
Ele entrou no carro e, ao passo que se sentava, colocou a chave no automóvel, ligando-o instintivamente.
— Senhorita, eu poderia ir um pouco mais a fundo em sua intimidade antes de irmos?
Voltei o meu olhar para ele, tentando decifrar o que ele queria dizer com aquilo, mas não neguei o que ele queria, e, mesmo sem saber qual era a sua intenção, consenti balançando a cabeça.
O seu movimento foi rápido. Assim que assenti, ele aproximou-se de mim e súbito colidiu os seus lábios aos meus. No primeiro momento, relutei em aceitar a sua aproximação, contudo eu havia permitido, então me deixei levar pelo seu toque, seus movimentos, sua língua, que tentava a todo o custo invadir a minha boca. Deixei-me ser conduzida, sentindo a sua estrutura se encaixar à minha. Eu fui me tornando sua, me entregando à sua luxúria, e, quando dei por mim, era eu quem trazia a sua língua à minha boca, que o puxava pela gola da camisa e exigia o contato dos nossos corpos.
Ele se afastou de mim da mesma maneira que se aproximara.
— Senhorita, acho melhor nós irmos.
Sorriu de forma safada, denunciando quais eram as suas intenções. As minhas também não eram diferentes.
Fechou a porta do automóvel e colocou-o em movimento.
— Preciso que você me guie. Diga-me, onde você mora?
Walter entrou, um pouco tímido. Estranhei a sua postura, pelo fato do modo como ele agiu antes de chegarmos à minha casa. Fechei a porta e passei a chave na fechadura, trancando-a. Os olhos do homem me buscaram assim que as luzes foram acesas e o meu recanto se mostrou para ele.
Não tínhamos muito que falar naquele momento. Além do desejo que nos envolvia e da promessa de uma taça de vinho, as palavras pareciam ter se dissipado de nossos lábios. O silêncio ecoava pela casa, intimando-nos ao ato.
— Onde está o vinho? — inquiriu Walter, sentando-se em uma das poltronas.
— Todo cavalheirismo é pouco para zelar pela beleza de uma dama e sua feminilidade.Seu comentário final de certa forma me incomodou, no entanto não o deixou menos sexy. Ele entrou no carro e, ao passo que se sentava, colocou a chave no automóvel, ligando-o instintivamente. — Senhorita, eu poderia ir um pouco mais a fundo em sua intimidade antes de irmos?Voltei o meu olhar para ele, tentando decifrar o que ele queria dizer com aquilo, mas não neguei o que ele queria, e, mesmo sem saber qual era a sua intenção, consenti balançando a cabeça.O seu movimento foi rápido. Assim que assenti, ele aproximou-se de mim e súbito colidiu os seus lábios aos meus. No primeiro momento, relutei em aceitar a sua aproximação, contudo eu havia permitido, então me deixei levar pelo seu toque, seus movimentos, sua língua, que tentava a todo o custo invadir a minha boca. Deixei-me ser conduzida, sentindo a sua estrutura se encaixar à minha. Eu fui me tornando sua, me entregando à sua luxúria, e, quando dei por mim, era eu quem trazia a sua língua à minha boca, que o puxava pela gola da camisa e exigia o contato dos nossos corpos.Ele se afastou de mim da mesma maneira que se aproximara. — Senhorita, acho melhor nós irmos. Sorriu de forma safada, denunciando quais eram as suas intenções. As minhas também não eram diferentes. Fechou a porta do automóvel e colocou-o em movimento.— Preciso que você me guie. Diga-me, onde você mora? Walter entrou, um pouco tímido. Estranhei a sua postura, pelo fato do modo como ele agiu antes de chegarmos à minha casa. Fechei a porta e passei a chave na fechadura, trancando-a. Os olhos do homem me buscaram assim que as luzes foram acesas e o meu recanto se mostrou para ele. Não tínhamos muito que falar naquele momento. Além do desejo que nos envolvia e da promessa de uma taça de vinho, as palavras pareciam ter se dissipado de nossos lábios. O silêncio ecoava pela casa, intimando-nos ao ato.— Onde está o vinho? — inquiriu Walter, sentando-se em uma das poltronas.

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