Por trás das sete cores - Ruthy S. Doretto


O amor sobrevive às piores tempestades



Autora:Ruthy S. Doretto 
Gênero: Romance com temática LGBT
Pela Editora EllA


Mensagem da obra:
Tudo tem um por quê. Não importa quem amamos, não importa o que nós somos, temos que encontrar uma felicidade e ser o alicerce de alguém, se não encontrarmos apoio em outra pessoa, nós podemos ser nosso próprio apoio, por mais que seja difícil acreditarmos em nós mesmo. Só continue sendo você mesmo e não deixe com que as pessoas te deixem pra baixo, não vale a pena se perder por alguém e tentar encontrar um “meio de escape” em outras coisas, isso nunca dá certo.
Esse livro foi feito pra mostrar que existe amor entre dois homens, assim como existe entre duas mulheres, um homem e uma mulher enfim…, Ele mostra a vulnerabilidade de cada um e que nós não somos fortes o tempo todo. 

Resumo:
Não escolhemos quem amamos. Não conhecemos todas as pessoas profundamente e o que nós vemos superficialmente nem sempre é a realidade de alguém. Depois que conhecemos o interior de alguém, ai temos que decidir se vamos ficar ou ir embora e as duas decisões podem ser dolorosas. Enfrentar a família, a sociedade, enfrentar a si mesmo e os seus problemas é uma coisa difícil e não escolhemos sofrer, assim como não escolhemos quem amar. E não importa o que aconteça no futuro, sempre vai valer a pena.





"Tomei um banho e coloquei uma roupa confortável. Tinha trabalhos do colégio para fazer, mas isso podia esperar.
Minha mãe estava na cozinha tirando as coisas das sacolas e cantando alguma música.
  – Você estoura a pipoca. – ela falou entregando o saquinho.
  – Mãe, é só colocar no micro-ondas. – dei risada.
  – Você sabe que eu queimo. – ela falou com uma voz fofa.
Dei risada do jeitinho dela.
Depois que preparamos tudo, colocamos as coisas na sala e procuramos filmes nos canais fechados.
  – Romance? – perguntei.
  – Você tá apaixonado? – ela perguntou.
  – Não. – dei risada em seguida.
Coloquei em um filme aleatório.
Ele era do exército e ela era professora, eles se casaram, tiveram um filho e ele foi para guerra em seguida. Era triste, mas interessante. Havia a aflição de ele estar na guerra e não saber se ia morrer. Tudo o que um filme de guerra passava, não tinha uma surpresa para mim. Depois de um tempo, a esposa dele descobre que ela estava doente, um câncer em fase terminal. Aquele filme me deu certa melancolia misturada com tristeza porque me lembrei da minha avó, mas não queria pensar naquilo.
  – Eu acho que ela vai morrer. – falei quase no final do filme."









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