Séria A Saga de um Pintor - P.M. Mariano

Drama 


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Book 1:

Felipe é órfão, até descobrir que tinha um irmão, gêmeo. De repente, tem família. Sai do orfanato em que vivia e se vê em São Paulo, capital. Percebe, no entanto, que as coisas não são o que aparentam. Logo descobre que aquele que diz ser seu pai, não é flor que se cheire. Confuso e assustado, em meio aos desejos de um homem perverso e doente, procura tirar o irmão do caminho que está a trilhar. Vive o próprio inferno e busca de todos os meios, uma solução para sair dessa. Somente com o aparecimento de Roberto, um detetive, viu sua sina abrandar e, apesar de todos os tropeços no caminho, finalmente, se vê livre. Ou, pensava ser assim.

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Book 2:

Até onde uma vida sofrida pode mexer com a psique de um ser humano? 
Felipe viveu um inferno na vida e, graças à sorte ou um milagre, está livre de todos os tormentos, pelo menos era o que pensava. Sua sina ao ter fugido do abrigo São Marcos, foi-lhe uma experiência amarga. Está livre! E para a sua felicidade, ao lado daqueles que mais ama. 
Acha ter controle de seus sentimentos, e que superou os reveses de sua vida. Vive conforme o dia a lhe dar trégua. Sempre amparado pelos amigos e àqueles que seu coração designou como a sua verdadeira família. Até que seu passado lhe surge à frente, dando-lhe uma rasteira e, toda tranquilidade que tinha, cai-lhe aos pés. 
Então, seus sonhos, sua felicidade, era uma realidade ou, simplesmente, uma doce ilusão?


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Quote:
Felipe sorriu, não havia como esconder das duas o seu amor pelo amigo.
— Não fica chocada com a minha preferência sexual, Dulci?
Ela o olhou, espantada, não esperando aquela pergunta.
— Não, menino. O que me importa é que você possa ser feliz. Ninguém escolhe a quem amar. Basta isso para me deixar feliz, eu e sua mãe.
— Ela não oporia objeção, Dulci?
Ela negou com a cabeça.
— Mas eu sei que os outros não aceitariam isto com calma. — ponderou Felipe, pensando no avô, em Thomas e naqueles que havia deixado para trás, em seu passado. Até mesmo ele sabia que Tobias não aceitaria aquela situação. — Sou menor de idade. — Suspirou inconformado. — Vovô seria capaz de me tirar de vocês e me mandar a uma clinica de malucos. — Havia muita tristeza nas palavras do menino. — Ele nunca iria aceitar o nome da família dele... Sujo. — Ergueu os olhos a Dulci, estes estavam úmidos. — Ele me disse que eu sou sujo, estragado, Dulci.
— Esqueça isto, Felipe.
Ele a olhou com dor.
— Eu tento, mas ainda dói e muito, Dulci. 
Felipe ficou algum momento em silêncio, olhando ao vazio.
— Vovô acusou-me de pervertido. Disse que eu deixava Tobias e Daniel me usarem, que eu os incentivava.
Dulci estava condoída com o desabafo do menino.
— Que eu os procurava. Até mesmo acusou-me de molestá-los. — Balançou a cabeça, abatido. — Eu nunca machuquei ninguém, Dulci. 
— Eu sei Felipe.
— Falou ainda que eu gostava do que me acontecia e que Tobias tinha razão em dizer que eu não prestava. Eu deixava papai me machucar porque eu me sentia bem com aquilo. Ele disse que eu me oferecia a Carlos Fabio, por isso, o papai fazia aquilo comigo; que eu era culpado de Carlos Fabio ser assim. Disse que eu o provocava. 
— Felipe?!
Felipe ergueu os olhos a ela.
— Essas lembranças, Dulci... Machucam-me mais do que tudo que passei nas mãos de meu pai. A desconfiança deles, os olhares acusadores. — Estava tão sério que Dulci tremeu. — Mas o que Padre Leôncio fez comigo, doeu-me muito mais do que tudo que vovô me disse, Dulci. Eu pensei que seria ele o único que me entenderia, me aceitaria sem descriminação, mesmo depois do que me aconteceu. Mas não, ele me isolou e fez a única coisa que eu não esperava.
— Iria mandá-lo para outra instituição.

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