Não sei como Explicar - Brunah Gonçalves


Duas mulheres, dois mundos e um só amor




Autora: Brunah Gonçalves
Gênero: Romance com tema LGBT

Mensagem da Obra:
Todo forma de amor é válida. 
E o amor supera tudo.

Resumo da Obra:

Rosangela é uma jovem de 23 anos, prestes a ficar noiva. Sua vida parece ir bem, ela parece feliz, tem um bom cargo em um centro de artes de São Paulo, seu noivo é um bom homem... Porém, tudo muda quando uma atriz de cabelos acobreados invade os seus sonhos. Ela se vê incrivelmente encantada, um encanto bem maior que de um fã, então não sossega até descobrir o que lhe acontece e conseguir se aproximar da mulher de seus sonhos, que mexe com seus sentimentos e vira sua vida de pernas para o ar. 

Palavras-Chaves para o livro: 

amor, romance, sonhos, Itália, 
Brasil, ruiva, lésbico, LGBT, arte, 
música, cinema, psicológico, mudança, 
liberdade, descoberta, vale, homossexualidade. 


Após sonhos estranhos, que tiveram início no dia de seu noivado com o homem que ela julgava ser seu grande amor, uma garota vê sua vida mudar completamente por causa de uma atriz de cabelos acobreados, que invade sua mente e o seu coração, sem pedir licença.
Desde o primeiro sonho, sua vida nunca mais foi a mesma. E para tentar entender o que de fato lhe acontece e o que os sonhos estão querendo dizer, Rosângela faz de tudo para se aproximar da atriz, que é uma mulher de fato encantadora.
Mas o que é sonho e o que é realidade? O que é certo e o que é errado? Numa sociedade onde o amor homossexual ainda é tabu, o que Rosângela deve fazer? São perguntas que ela mesma se faz ao narrar a própria história. Ela não sossega até descobrir se a outra também sente o mesmo que ela.


Você já sonhou com algo e depois ficou tentando dar continuidade a esse sonho? Como se sua vida dependesse disso, como se o mundo fosse acabar se você não o fizesse? Como se fosse mesmo uma obrigação da qual não se consegue fugir... Sim? Pois foi exatamente o que aconteceu comigo naquela manhã parcialmente ensolarada de domingo.

Mas aquele sonho, naquela manhã fria de inverno... Ele não me deixava me concentrar em mais nada, nem mesmo a necessidade evidente de levantar da cama barrava os devaneios que ele me trazia. Quando me dei conta realmente, senti algo tão forte e tão estranho que tentei ir mais longe, tentei voltar lá no início – se é que sonhos tem início. Enfim – para descobrir qual era o sentido e o motivo daquilo tudo.

De repente, uma pergunta me veio à mente: “Estou mesmo feliz ou estou tentando me convencer disso?”. Nossa! Foi esquisito, eu não tinha consciência do motivo da pergunta e da possível infelicidade. Depois tentei não ficar questionando nada, já havia perdido tempo demais naquele quarto e precisava sair.





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